E-readers chamam a atenção de frequentadores da Bienal do Livro de SP
Luisa Bustamante, JB Online
S O PAULO - A 21ª Bienal do Livro de São Paulo é exemplo de que os livros digitais estão conquistando o público aos poucos. O espaço com 100 m2 montado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi foi equipado com e-readers (equipamentos de leitura de livros digitais) de diversos fabricantes e tem sido uma das grandes atrações da feira a atrair olhares curiosos de visitantes de praticamente todas as idades.
Acredito que conseguimos alcançar 100% do nosso objetivo inicial da montagem desse estande: apresentamos a tecnologia ao grande público, permitindo que as pessoas conheçam os equipamentos e tirem suas próprias conclusões sobre o livro digital , afirma Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial.
O uso dos aparelhos é totalmente livre, e para dar uma mãozinha para quem não está familiarizado com a tecnologia, estes monitores estão à disposição para tirar as dúvidas dos freqüentadores. As mais frequentes dizem respeito ao formato em que os livros podem ser lidos, como eles podem ser baixados, o preço e a capacidade dos e-readers e como funciona a tinta eletrônica. Muita gente ainda não associa, por exemplo, que o livro digital que pode ser lido num e-reader é o mesmo arquivo que pode ser visto num computador ou notebook e em telefones celulares.
Para Vitor Monteiro, de 24 anos, a parte mais impressionante do aparelho que experimentou pela primeira vez é a semelhança com a folha de papel, inclusive a textura do equipamento. Eu mudaria sem problema. Adoro o livro em papel, gosto muito da prateleira de livros, mas tem determinados livros que eu quero apenas partes, por isso não vejo problema em ler no formato digital .
