Sucesso em 114 países, 'Mothern' estréia sua terceira temporada
Fernanda Pereira Carneiro, Jornal do Brasil
RIO - Após duas temporadas cheias de reflexões sobre as situações enfrentadas por uma mãe moderna, estréiam amanhã os novos episódios da série Mothern, às 23h30, no GNT.
A produção que foi indicada para o Emmy Awards em 2007, além de ter sido o único programa brasileiro selecionado para o International Public Television (Input), também teve as suas duas primeiras temporadas exibidas pela Globo Internacional em 114 países.
O sucesso foi tão grande que as atrizes Melissa Vettore, Juliana Araripe, Fernanda D'Umbra e Camila Raffanti continuam protagonizando a trama, embora suas personagens passem por várias transformações. Com o elenco infantil modificado, entram Fernanda Cunha no lugar de Klara Castanho (contratada pelo SBT para a novela Revelação, ainda sem data para estrear), Camile Ugucion e Nicolas de Nicolai.
Mariana, a chef vivida por Fernanda D'Umbra, revela os desafios encarados por sua personagem.
Nessa fase a Mariana fica confusa, pois o namorado quer morar junto, e ela teme uma relação estável adianta Fernanda D'Umbra.
Além dessa situação, em outro episódio ela se depara com a morte do pai e tem que saber explicar isso para a sua filha, uma criança de 7 anos.
Enquanto Mariana vive esses impasses, Beatriz (Juliana Araripe) e Raquel (Camila Raffanti) também estão angustiadas. Bia insiste em convencer os amigos de que o filho não é parecido com o ex-marido, e sim com ela, Raquel deixa o emprego de publicitária para se dedicar mais aos filhos e passa a enfrentar um espaço vazio em sua rotina.
A ausência de trabalho para uma mulher é muito dura e isso acaba se refletindo na relação com o filho ressalta Camila.
A grande charada é saber equilibrar essas situações, achar a medida certa.
A atriz diz ainda que a série apresenta de forma bem-humorada o cotidiano das mulheres e que consegue retratar o real significado da maternidade nos dias atuais.
Vivo os dois lados. Ser atriz também faz com que às vezes eu veja menos a minha filha comenta Camila.
Achar esse meio termo é a luta de todas as mulheres.
