'Jornal do Brasil' realiza exposição sobre bossa nova na ONU

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Jornal do Brasil

RIO - Abre amanhã, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), a exposição 50 Years of Bossa Nova, na qual o Jornal do Brasil, com apoio da Casa Brasil e oferecimento do Circuito Cultural Bradesco Seguros e Previdência, põe nova luz sobre o mais emblemático movimento musical brasileiro. Baseada em quatro nomes fundamentais (os pilares Tom Jobim, Vinicius de Moraes, João Gilberto e Nara Leão), a mostra consiste de painéis fotográficos com textos explicativos e fica exposta até 19 de setembro. Depois, parte para um circuito internacional: passa por Madri (novembro), Estocolmo (dezembro) e Paris (fevereiro).

Diretor executivo do Bradesco Seguros e Previdência, Jorge Nasser fala sobre a exposição.

A Bradesco Seguros e Previdência se sente privilegiada em patrocinar a exposição 50 anos da bossa nova na sede da ONU, em Nova York diz.

O projeto cenográfico é assinado pela Pândega Produções Artísticas. Suzane de Queiroz, uma das sócias, diz que a instalação da exposição foi um desafio. A maioria das fotos que compõem os painéis foi selecionada no CP DOC, o arquivo fotográfico do Jornal do Brasil.

A exposição se divide em ambientes: contexto histórico; pilares; lounge boemia; Praia de Ipanema; personalidades; e cronologia. O painel de contexto histórico situa o visitante no Brasil de 1958. A cronologia apresenta os precursores do movimento; o grande marco (lançamento da gravação de João Gilberto de Chega de saudade, num LP de 78 rotações); os shows no Beco das Garrafas; os encontros no apartamento da cantora Nara Leão; a geração seguinte (Marcos Valle, Edu Lobo); as repercussões internacionais, como o disco de Frank Sinatra só com músicas de Tom Jobim, lançado em 1967