Michael Moore denuncia pedido de censura sobre Hillary
Agência ANSA
NOVA YORK - Harvey Weinstein, o produtor do documentário "Sicko", "implorou" sem sucesso a Michael Moore para que ele cortasse a parte do filme sobre o sistema de saúde dos Estados Unidos, onde se diz que a Hillary Clinton é a segunda parlamentar que recebe os maiores financiamentos da indústria de saúde.
A informação foi divulgada pelo próprio Moore, na estréia de seu novo filme, em Washington.
Weinstein é amigo pessoal de Hillary Clinton e além disso, é uma das pessoas que apóia sua campanha a presidente dos EUA.
- Ele implorou para que eu cortasse essa seqüência - afirmou o cineasta.
- Respondi a ele que não. Devia fazer o justo. E ele compreendeu.
Moore afirmou que não sabia se havia sido a própria primeira dama ou seu marido, Bill Clinton, que pediu para Weinstein falar com Moore.
Em "Sicko", Hillary é descrita como "sexy" e "descarada", mas ela também é criticada por logo após o fracasso de sua reforma sanitária, ter se apresentado como candidata ao Senado e começado a aceitar fundos da indústria de saúde.
