Justiça descarta caso de paternidade contra Paul McCartney
REUTERS
BERLIM - A promotoria de Berlim descartou uma investigação relacionada à queixa de uma mulher de 44 anos que alegava que Paul McCartney seria seu pai e que o ex-Beatle manipulou um teste de paternidade em 1984.
Michael Grunwald, porta-voz da promotoria, disse que a investigação foi suspensa devido a um estatuto de prescrições.
- Uma avaliação da ação civil para determinar a paternidade em 1984 revelou que qualquer ato criminoso alegado pela mulher que fez a acusação -- mesmo que tenha ocorrido -- prescreveu, disse o promotor em comunicado.
Um porta-voz de McCartney não quis comentar.
A mulher, identificada pela imprensa como Bettina Hubers, afirmou que Paul McCartney, 64, e sua mãe tiveram um caso por três anos em Hamburgo, onde ela trabalhava como garçonete e ele tocava no clube Starlight no final dos anos 1950.
Depois que Hubers completou 18 anos, ela e sua mãe Erika, 64, foram à Justiça para obter pensão.
McCartney fez um teste de sangue que indicou que ele não era o pai, mas Hubers afirmou que o compositor mandou um sósia para a realização do exame.
