Doação de medula óssea mobiliza Baixada Fluminense
Mutirão em Japeri consegue cadastrar 163 doadores
O transplante de medula óssea pode ser a diferença entre a vida e a morte para pacientes com doenças graves como anemia aplástica grave, leucemia, linfomas, e mielomas. A técnica, que consiste na substituição de células doentes por células sadias, é considerada segura e envolve poucos riscos para o doador. A grande dificuldade é achar pessoas compatíveis.
Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 2,6 milhões de pessoas estão cadastradas no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea). Embora o número possa parecer razoável, as chances de encontrar compatibilidade fora da família são apenas de uma em 100 mil. Entre irmãos dos mesmos pais, a probabilidade cresce para 25%, e, entre gêmeos univitelinos, chega a 100%.
Para tentar melhorar este quadro, desde 2000, ano de criação do registro, o SUS já destinou cerca de R$ 673 milhões para ações com o objetivo de identificar possíveis doadores e de conscientizar a população a respeito do problema.
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