Descobertos fatores que elevariam risco de lúpus

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Agência AFP

LONDRES - Quatro estudos diferentes identificaram componentes genéticos que estariam vinculados a um risco maior de desenvolver uma forma severa de lúpus, uma doença auto-imune que afeta sobretudo as mulheres.

O lúpus provoca a produção de anticorpos, sobretudo produzidos por agentes infecciosos, que atacam os tecidos do organismo e provocam uma inflamação que pode resultar em risco de vida.

Os estudos, publicados nas revistas britânica 'Nature Genetics e americana New England Journal of Medicine', explicam que depois de examinar milhares de enfermos, as variações genéticas desempenham um papel no âmbito molecular do chamado "lúpus eritematoso sistêmico" (LES).

Esta doença crônica pode afetar a pele, o sistema cardiovascular, o cérebro e os rins. O tratamento atual reduz os sintomas, mans não é capaz de curar.

A enfermidade afeta 31 em cada 100 mil mulheres de origem européia e os estudos se concentram agora nos enfermos mais afetados, os de origem hispânica, africana ou asiática, segundo as pesquisas.