'Exército pós-vida' do 1º imperador chinês fica maior após descoberta de mais de 20 novos guerreiros

Os Guerreiros de Terracota são figuras em tamanho real que se acredita terem sido construídas para proteger o primeiro imperador chinês na vida após a morte

Por JORNAL DO BRASIL

Figuras de terracota escavadas exibidas no Museu de Guerreiros e Cavalos de Terracota do Imperador Qin Shihuang em Xi'an, na província de Shaanxi, noroeste da China

Mais de 20 novos Guerreiros de Terracota foram descobertos em um dos poços localizados no território do mausoléu do imperador Qin Shi Huang, que unificou a China em 221 a.C., informou a "Live Science".
Os guerreiros desenterrados eram principalmente de infantaria e carruagens, bem como alguns generais, a julgar por seus capacetes.

O Exército de Terracota, uma forma de arte funerária enterrada por volta de 210-209 a.C., foi descoberto acidentalmente em 1974 e é considerado um dos sítios arqueológicos mais famosos do mundo desde então. Arqueólogos modernos acreditam que o exército foi criado para servir ao imperador na vida após a morte.

Acredita-se que o "exército da vida após a morte" consistia em 8.000 guerreiros esculpidos colocados em três poços a cerca de 1,6 km a nordeste do mausoléu. Arqueólogos já descobriram cerca de 2.000 guerreiros, que costumavam ser enterrados com armas como espadas e bestas.

De acordo com o site do Museu do Sítio do Mausoléu do Imperador Qin Shi Huang, os guerreiros são frequentemente encontrados aos pedaços e remontados. O mesmo procedimento aguarda os soldados recém-desenterrados, enquanto os cientistas se aproximam de aprender algo novo sobre o Exército de Terracota. (com agência Sputnik Brasil)