Brasil tem chance de fazer o melhor Parapan da história
Agência JB
RIO - Além de ser uma grande vitrine para os atletas com deficiência no Brasil, os Jogos Parapan-americanos Rio 2007 têm tudo para apresentar o melhor nível técnico de sua história. Para o ministro do Esporte, Orlando Silva, muitos recordes mundiais serão batidos durante os sete dias de disputa.
- Como as competições serão seletivas para os Jogos Paraolímpicos de Pequim, em 2008, as provas terão altíssima qualificação técnica. Certamente teremos a quebra de várias marcas mundiais aqui - diz.
Com a maior delegação da história dos Jogos, os 239 para-atletas brasileiros têm a chance de realizar o melhor desempenho de todas as edições até aqui. Na condição de país sede, o Brasil tem direito a participar de todas as dez modalidades que integram a grade esportiva dos Jogos. As velocistas Ádria dos Santos e Terezinha Guilhermina, o nadador Clodoaldo Silva, o judoca Antonio Tenório da Silva e a lançadora e arremessadora Roseane dos Santos, a Rosinha, são nomes consagrados e favoritos para conquistarem medalhas em suas categorias. Mas as apostas no surgimento de novos ídolos para o esporte paraolímpico nacional são grandes.
- Eu aposto que muitos nomes novos irão aparecer. Principalmente no judô, na natação, no atletismo e no tênis de mesa, modalidades nas quais nós temos uma grande capacidade e tradição aposta Orlando Silva.
Nas duas edições do evento, na Cidade do Méxio e Mar del Plata, o Brasil ficou na segunda colocação no quadro geral de medalhas atrás do México, que é o grande favorito para vencer os Jogos. Mas o talento e a perseverança dos atletas podem levar o Brasil ao inédito primeiro lugar.
- A disputa é muito dura, mas é possível. Estamos disputando em casa e teremos todo o apoio da nossa torcida. Esse fator torna imprevisível o resultado dos Jogos - conclui o ministro.
