Ibef SP classifica de tímida decisão do Copom
Embora o corte adotado pelo Copom já fosse tido como certo para a maioria dos analistas, o Instituto não descartava um recuo de 0,50 pp na taxa Selic, dado o cenário que o Brasil encontrava-se nos últimos 12 meses. O presidente do Conselho Administrativo do Ibef SP, Walter Machado Barros, questiona a decisão baseando-se na variação da inflação - nesse período, 2,96% abaixo a de 2006, que foi de 3,16%, longe da meta de 2007, de 4,5% - e no prêmio de risco Brasil, que segundo ele está em seu menor nível histórico, como fatores que deveriam ter tido mais peso na reunião do Comitê, para um corte maior. 'A decisão foi tímida e tomada por quatro votos a três, o que ratifica que, dentro do próprio Copom, nosso ponto de vista foi bastante defendido', afirma Barros.
