Hilary Duff lança 'Elixir' na Bienal do Livro
Foi em clima de muita tietagem que a atriz, cantora e agora escritora, Hilary Duff, lançou seu livro na manhã deste domingo na Bienal do Livro, no Riocentro. Em Elixir, escrito em parceira com a autora Elise Allen, a jovem fotógrafa Clea Raymond, que viaja o mundo a trabalho, está investigando o desparecimento de seu pai, um renomado cirurgião. É quando ela começa a observar em suas fotos a presença de um jovem lindo e misterioso, por quem se apaixona.
A história do livro, que será uma trilogia destinada aos jovens, gira em torno deste romance e se passa em diversas cidades do mundo, inclusive no Rio de Janeiro. A escolha das cidades, de acordo com a cantora, foi feita a partir de sua experiência pessoal nos lugares mais bacanas que já visitou. Além do Rio, Tóquio e Paris também são pano de fundo para o desenrolar da história.
Outro assunto abordado nas páginas de Elixir é a interpretação de sonhos, relacionados com a sobrenaturalidade. A cantora afirmou, em uma coletiva de imprensa antes do lançamento, que se interessa muito pelo tema e faz muitas pesquisas mas que, especialmente para escrever a história, ela evitou ler muitos livros sobre o assunto, para que não fosse influenciada.
A proposta para se aventurar no mundo literário veio de uma agente em Nova York, que sugeriu que Hilary escrevesse uma autobiografia. Um mês depois de recusar o convite, a jovem teve a ideia da história e apresentou à agente, que comprou na hora. Durante o processo de criação, a atriz se dedicou exclusivamente à história. Apesar de ter gostado muito da experiência, ela diz que não pretende seguir a carreira de escritora para o resto da vida.
"Gosto de dedicar meu tempo exclusivamente ao que estou fazendo no momento. Tive a ideia de escrever este livro porque achei a história bem legal, mas cantar e atuar são prioridade para mim", disse a loira.
Segundo a cantora, ler é uma parte muito importante de sua vida e ela reconhece que, através desta escolha, sabe que está influenciando muitos jovens não só a ler, mas também a escrever suas histórias. Sobre a possibilidade de transformar o livro em um roteiro e interpretar Clea nos cinemas, a atriz conta que já até imaginou como seriam algumas cenas e personagens.
"Como sou uma pessoa muito visual, quando estava escrevendo o livro imaginava as cenas e personagens na minha cabeça. Algumas pessoas até acenaram com o interesse de fazer um filme, mas nada certo. É um trabalho muito sério e difícil, mas eu ficaria muito feliz se acontecesse. Seria épico pra mim", imaginou a cantora, antes de deixar os jornalistas e caminhar em direção da multidão que a aguardava do lado de fora.
