Disparos feitos em escola são inéditos no Brasil, mas corriqueiros no exterior

Achacina de ontem, em Realengo (Zona Oeste do Rio), onde  Wellington Menezes de Oliveira entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira e matou 13 crianças, deixando outras 11 feridas, chocou a população. Como ressaltou a presidente Dilma Roussef, num pronunciamento em Brasília, esse tipo de violência não é característico do nosso país. 

Mas o crime não é novidade para quem vive em países como Estados Unidos, Argentina, Rússia e China. As razões que motivaram vários assassinos a descarregarem suas armas contra grupos de pessoas vão desde o tão falado bullying à iminência de perda do emprego. 

Columbine

Embora não tenha sido o primeiro, o crime no colégio Columbine, no Colorado (EUA), em 1999, foi certamente o mais simbólico e rendeu diversos prêmios ao cineasta Michael Moore, pelo documentário Tiros em Columbine. Na ocasião, dois jovens de 18 e 17 anos mataram 12 estudantes e um professor usando revólveres e bombas caseiras. Ao final do massacre, os dois se suicidaram.

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