Perigo a tiracolo

-->SAÚDE-->Pesquisa americana aler ta para riscos de contaminação em sacolas ecológicas-->Aqueles que costumam adotar uma atitude ecolo gicamente cor- r eta e substituír am as sacolas de plástico dos supermer cados pelas bolsas r eutilizáv eis têm um mo - ti v o par a começar a se pr eo - cupar . Uma pesquisa america - na constatou que as c hamadas ecobags pr ecisam ser usadas com cuidado , por que podem ser um g r ande f oco de conta - minação por bactérias. Uma pesquisa r ealizada por cientistas da Uni v er sidade do Ariz ona, nos Estados Unidos, com 84 pessoas de difer entes cidades americanas que utilizam as bol- sas ecológicas, mostr ou que me- tade das sacolas analisadas apr e - senta v a as bactérias Esc heric hia Coli e Salmonela. O le v antamento feito pelos pes- quisador es mostr ou que 75% das pessoas mistur am carne e v ege- tais na mesma sacola, e 97% das pessoas que fiz er am parte do es- tudo não l avava m sua sacola r e - tornáv el, o que pr opicia a pr o - pagação das bactérias. Segundo Liege Maria Abr eu de Car v alho , infectolo gista do Hos- pital Balbino do Rio de J aneir o , o que pode causar a pr olifer ação dessas bactérias são as carnes cruas e alimentos que ainda não f or am la v ados. – O que as pessoas de v em f az er é separ ar as sacolas por alimen- tos. Carnes de v e m ficar separ a- das de v e r dur as e legumes – orien- ta. – Se a pessoa usar as sacolas ecológicas par a tr ansport a r o b - jetos como r oupas, li vr os e ca - dernos, o risco de infecção é ainda maior , por que en v olv e outr a gama de bactérias. A especialista alerta que as bactérias E. Coli e Salmonela, pr esentes em colif ormes fecais, podem causar infecções intesti- nais, urinárias e, se a pessoa es- ti v er com o sistema im unológico-->pr ejudicado , até septicemia. O ideal é que as pessoas pr ocur em higienizar as sacolas par a e vitar esse tipo de contaminação . – As pessoas de v em la v ar as sacolas com água e sa - bão e depois deixá-las se - car ao sol – suger e a es - pecilista. – Só isso já é uma medida que tir a a car - ga bacteriana, eliminan - do a maioria das bacté - rias, e, portanto , o risco de c o n t a m i n a ç ã o. Os r esultados indicar am que, quanto mais quente é o clima da r egião , maior es são as c hances de a sacola r eutilizáv el estar contami - nada, já que a maior parte é feita de juta ou polipr o - pileno , materiais que po - dem ser pr opícios a to xinas e bactérias. Segundo Lie - ge, isso ocorr e por que o ca - lor aceler a o pr ocesso de r e - pr odução das bactérias em q u e s t ã o. A Secr etaria Estadual do Ambiente do Rio de J aneir o quer r eduzir em 30%, até o fim do ano , o v olume de sacolas plásticas usadas nos supermer - cados. A lei entr ou em vigor em julho , e pr e vê a tr oca das sa - colas plásticas por outr as r eu - tilizáv eis. As empr esas que não a cumprir em passarão a ser m ul - tadas em até R$ 30 mil. A pesar disso , a Associação dos Supermer cados do Estado do Rio de J aneir o (Asserj) in - f ormou que os supermer cados não vão r etir ar as sacolas de cir culação , e sim ofer ecer o des - conto de R$ 0,03 a cada cinco itens compr ados aos consumi - dor es que não usar em os sacos, como a lei permite. O objeti v o dos supermer cados, em um fu - tur o próximo , é poder ofer ecer g r atuitamente sacolas r etorná - v eis ou biodeg r adáv eis. Uma alternati v a par a quem não quer optar pelas bolsas, se- jam elas r eutilizáv eis ou não , são as caixas de papelão que os su- permer cados ofer ecem no pró- prio esta belecimento . Algumas r edes in v estem, também, na qua- lidade das sacolas e aumentam sua r esistência par a que elas su- portem cada v ez mais alimentos. O objeti v o é dimin uir o númer o de sacos por pessoa. Segundo f a bricantes, o consu- mo das sacolas de plástico caiu 20% em três anos no Br asil.-->BACTÉRIAS -->– Salmonella e E. Coli foram encontradas nas sacolas-->tiracoloa