RioSolidario oferece oportunidades a pessoas com deficiência

ONG também vai realizar cadastros em instituições parceiras

Pessoas com deficiência (PCDs) têm novas oportunidades para entrar no mercado de trabalho. O RioSolidario está encaminhando jovens e adultos, inscritos no Banco de Talentos, para vagas de emprego em empresas associadas à Associação dos Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj), nova parceira da ONG.

Na semana passada, pessoas com deficiência foram indicadas para participar do processo seletivo da rede Hortifruti. Pela jornada de trabalho, em atividades como atendente, repositor, auxiliar de serviços gerais e manipulador de alimentos, são oferecidos salário, alimentação no local, seguro de vida, PLR (participação nos lucros) e vale-transporte. Além disso, após os três primeiros meses de experiência, os contratados passam a ter direito a planos de saúde e odontológico e cesta básica.

– O RioSolidario tem como bandeira a promoção da autonomia à pessoa com deficiência, então, a inclusão no mercado de trabalho é um passo importante. As empresas estão em busca de pessoas dispostas a trabalhar e, na maioria das vezes, não é exigida experiência e a idade também é bem flexível – disse Luciana Rosa, assistente social do programa Futuro Agora.

A ONG está também selecionando PCDs para 64 vagas na rede Assaí Atacadista. A primeira etapa de seleção será realizada em novembro, na sede do RioSolidario. Os interessados precisam ter mais de 18 anos e Ensino Médio completo. Não é exigida experiência. Para participar, basta fazer o cadastro no Banco de Talentos. Há oportunidades para a cidade do Rio de Janeiro, mas também para outros municípios, como Duque de Caxias e Cabo Frio.

Visitas às instituições

O RioSolidario fará visitas a quatro instituições (Organização Cultural Alternativa, Ação Cristã Vicente Moreti, Casa Lar Mangueira e Sociedade Pestalozzi do Brasil), para cadastrar pessoas com deficiência e apresentar as oportunidades disponíveis.

– Entre as dificuldades que temos para preencher as vagas, está o medo de perder os benefícios oferecidos pelo Governo, como o BPC (Benefício de Prestação Continuada). Buscamos mostrar que a pessoa deixa de recebê-los apenas enquanto estiver empregada – explica Luciana Rosa.

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