Faperj divulga resultado do programa de pesquisa em Zika

Ao todo, 325 cientistas de diferentes instituições do estado foram contemplados

A Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) divulgou a listagem dos projetos que passaram à segunda etapa do Programa Pesquisa em Zika, Chikungunya e Dengue no Estado do Rio de Janeiro – 2015. Destinado a fomentar as pesquisas sobre o tema, ao final da primeira etapa do edital, foram montadas seis redes, que apresentaram seus respectivos projetos.

Segundo critérios do programa, as linhas foram consolidadas em torno da rede Faperj de Combate às Arboviroses – zika, dengue e chigungunya –, que terá coordenação geral de Amilcar Tanuri, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e vice-coordenação de Wilson Savino, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ao todo, são 325 pesquisadores de diferentes instituições do estado.

A pesquisa sobre a microcefalia associada à infecção pelo vírus zika reúne 111 cientistas, o maior número de pesquisadores. Os estudos contemplam diversos aspectos, como fisiopatologia das doenças, aspectos clínicos, diagnóstico, epidemiologia, interação vetor-vírus, ecologia dos vetores envolvidos, controle e monitoramento de vetores, além de desenvolvimento de kits-diagnóstico e divulgação científica . Os recursos de R$11,8 milhões deverão ser disponibilizados a partir de abril. 

- Constituída pelas seis sub-redes, a rede Faperj poderá se associar a outras iniciativas, aumentando consideravelmente a capacidade de desenvolver diagnósticos e soluções. Os pesquisadores fluminenses estarão aptos a interagir com redes nacionais e internacionais no compartilhamento de recursos, insumos e expertises necessários ao combate às doenças veiculadas pelo Aedes aegypti – explicou Jerson Lima Silva, diretor científico da Fundação.

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