Determinada a prisão temporária de mais um PM envolvido na morte da juíza Patrícia Acioli

Foi decretada, na tarde desta quinta-feira, a prisão temporária de 15 dias de mais um policial militar acusado de envolvimento na morte da juíza Patrícia Acioli. A informação é do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O crime ocorreu no dia 11 de agosto, em Piratininga, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

O acusado é um soldado, que teria sido o responsável por indicar o endereço da juíza aos outros PMs envolvidos no crime. O pedido de prisão foi feito pelo delegado da Divisão de Homicídios (DH), Felipe Ettore, e reiterado pelo Ministério Público (MP). Outros nove policiais e o ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo) estão presos.

"A perseverança das instituições livres e democráticas depende da observância das leis, garantindo uma extensa investigação até que se encontrem os autores, coautores e todos que participaram direta e indiretamente da empreitada criminosa sem limites, e assim, cada qual, possa responder penalmente à medida de sua conduta praticada”, explicou o juiz Petersen Barroso Simão, da 3ª Vara Criminal de Niterói, responsável pela decisão.