Operários que trabalham na reforma do Maracanã param mais uma vez

Os operários que trabalham nas obras de reforma do Maracanã cruzaram os braços mais uma vez nesta quinta-feira. A paralisação começou por volta das 3h. Eles querem a presença de um médico no canteiro de obras, plano de saúde para familiares, entre outras reivindicações.

Em agosto, mais de dois mil funcionários já tinham entrado em greve. A paralisação durou cinco dias. Os funcionários pediam melhores condições de trabalho. A greve foi iniciada após a explosão em um barril de produtos químicos que feriu o operário Carlos Felipe da Silva, 23 anos.

O pai dele e encarregado geral da obra, Carlos Pereira, 50, lamentou que o fato tenha sido estopim para a greve: “Não houve negligência da empresa”. Seu filho sofreu fratura no joelho e queimaduras na perna. 

na época, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e o Consórcio Maracanã Rio 2014 chegaram a um acordo. Na reunião ficou acertado que os trabalhores ganhariam acréscimo de R$ 20 no plano de saúde, além de vale alimentação no valor de R$ 160.