Caso Juan: família de Wanderson ingressa no programa de proteção

RIO - A família de Wanderson de Assis, de 19 anos, baleado durante a operação policial na comunidade Danon, em Nova Iguaçu, no dia 20 de junho, ingressou no Programa de Proteção às Vítimas e Testemunhas Ameaçadas nesta segunda-feira (4).

A família do menino Juan de Moraes, que está desaparecido há duas semanas, já estavam no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente Ameaçado de Morte (PPCAM) desde a semana passada. O irmão mais velho de Juan, Wesley de Moraes, também foi baleado durante a operação e tem proteção policial.

Segundo informações divulgadas neste domingo, um jovem afirmou que viu o menino Juan, 11 anos, ser baleado pela polícia antes de desaparecer no dia 20 de junho, após troca de tiros entre policiais e traficantes na favela do Danon, no Rio de Janeiro. 

A testemunha informou que levou três tiros e depois viu Juan ser baleado na frente dele. No entanto, sua versão não bate com a dos policiais. 

A chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Martha Rocha, afirmou na sexta-feira que a delegada de plantão da 56ª DP não encontrou motivos para duvidar da versão dos PMs sobre a ação que culminou no desaparecimento do menino.