Fiscalização da Lei Seca começa a abordar taxistas no Rio

A Operação Lei Seca, em parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro, começou na noite de sexta-feira a fiscalizar táxis na cidade. A primeira ação abordou 60 motoristas e lacrou dois táxis, um por falta de credencial de taxista e outro por estar com o interior do carro em más condições para o transporte de passageiros.

De acordo com o subsecretário de fiscalização da Secretaria Municipal de Transportes, coronel Eduardo Frederico Cabral de Oliveira, houve muitos relatos de pessoas que observaram taxistas trabalhando com um certo grau de alcoolimia. Com a parceria da prefeitura, além de atestar o nível alcoólico dos motoristas, será possível verificar as condições de transporte do veículo.

Caso não estejam cumprindo as regras do código municipal que rege os táxis da cidade, os motoristas têm o veículo lacrado e ficam proibidos de transportar passageiros. Eles devem pagar uma multa, cujo valor varia de acordo com a irregularidade.

Segundo o governo do Estado, além dos taxistas, outros 1.156 motoristas foram parados pela Operação Lei Seca. Dos veículos abordados, 353 foram multados e 75 rebocados. Foram realizados 997 testes de etilômetro e 159 condutores se recusaram a fazer o teste. Quatro motoristas foram pegos com nível muito alto de álcool no sangue. Durante a operação, 148 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) foram recolhidas.