Mulheres camponesas ocupam prédio do BNDES no Rio de Janeiro

RIO - Cerca de 300 mulheres trabalhadoras do campo e da cidade ocuparam a sede do BNDES, no Centro do Rio de Janeiro, para denunciar os malefícios do agronegócio à vida humana e à natureza.  Durante o dia,  farão um ato político com a participação de várias entidades, sindicatos, partidos e movimentos sociais.

O objetivo da mobilização é denunciar os altos investimentos e empréstimos do BNDES aos grandes latifundiários e às transnacionais. As organizações e movimentos exigem do Banco uma radical e profunda reorientação de sua política: Investimento prioritário em educação, emprego, saúde, direitos previdenciários, habitação e reforma agrária. E que não financie o Agronegócio e empresas como a siderúrgica TKCSA, em Santa Cruz, no Rio de Janeiro,.

As mulheres defendem a agroecologia, a biodiversidade, a agricultura camponesa cooperada, a produção de alimentos saudáveis, a Reforma Agrária, os direitos previdenciários, a saúde e educação gratuita e de qualidade para todos.

Entre as organizações que participam da mobilização no Centro do Rio estão: Via Campesina Brasil, MST, Mulheres PSOL, SEPE, INTERSINDICAL, Comitê Popular de Mulheres, PACs, DPQ, Marcha Mundial de Mulheres, CAMTRA, NEARA, UJC, Movimento Nacional de Luta por Moradia.