Massa de ar seco espanta chuva

Jornal do Brasil

DA REDAÇÃO - Se o futebol não animou tanto o carioca, as vias da orla receberam um bom público numa manhã relativamente fria no segundo fim de semana de inverno, depois da forte chuva que irrompeu na noite de sábado e no início da manhã de domingo. Mas a estação menos identificada com a cidade deve mostrar alguma benevolência.

Ao longo da semana, a tendência é que as temperaturas subam um pouco, segundo as previsões do site Climatempo.

Acho que sou uma carioca atípica. Para mim, a melhor estação do ano no Rio são o outono e o inverno. Além de não ficar aquele calor insuportável, a cidade fica banhada por uma luz linda e dourada poetisa a estudante de design Marina Moraes.

De acordo com as previsões do Climatempo, o Rio hoje recebe uma grande massa de ar seco, que chega sobre o Sudeste do Brasil, dissipando as nuvens carregadas. Faz dia nublado e com chuva apenas no litoral norte do Rio.

Queijos, vinhos e fondue

Terça-feira, ainda segundo o Climatempo, o domínio do ar seco garante ensolarado e sem chuva. O que, para os bares e restaurante, é uma bênção dos céus. Haja vista que o carioca se soca em casa assim que o termômetro cai para temperaturas abaixo dos 22 graus centígrados. E tome temporada de reuniãozinha de queijos, vinhos e fondue.

Esse friozinho é muito bom para beber um vinhozinho, ficar em casa, ler, ver um filminho conta Alessandra Álvares, que, apesar do que recomenda, estava na Academia da Cachaça tomando uma cachacinha, acompanhada de um escondidinho.

Na quarta, o sol segue firme e a chuva não vai aparecer, prevê o Climatempo.

Mas a nebulosidade aumenta e chove no Centro-Sul do Rio. É para o que reza os garçons e gerentes dos bares e restaurantes do Rio. É que eles vêem o faturamento despencar no mesmo ritmo dos termômetros.

Hoje o movimento tá fraco. O carioca não gosta de sair quando está frio analisa Oswaldo Santos, garçon da Adega da Praça, em Laranjeiras. . Se chover então é melhor nem abrir. Para a gente o bom é calorão mesmo. Expulsa todo mundo de casa. Há, porém, os guerreiros. Murilo Fiúza torcia pelo Brasil, na rua, a bordo de chope.

Frio? estranha a pergunta.