Hospitais do Estado e do Município não aceitam bebê prematuro

Bruno Machado, Agência JB

RIO - Na madrugada desta terça-feira, o eletricista André Luiz Ferreira dos Santos, de 35 anos, voltava de uma festa de aniversário com sua mulher,

Helena, grávida de 7 meses, quando a mesma entrou em trabalho de parto. O casal, que não tem plano de saúde, se dirigiu para o hospital mais próximo, o Hospital de Clínicas da Penha, que prestou socorro e realizou o parto prematuro de Caio gratuitamente, mas a criança precisa de cuidados especiais e este hospital não dispõe de uma UTI neonatal.

Segundo o pai da criança, Caio está enrolado em um lençol, no colo de uma enfermeira. - Ligamos para mais de cinquenta hospitais, Hospital Geral de Bonsucesso, Getúlio Vargas e particulares também. Mais eu não tenho como pagar R$15 mil ou R$5 mil como alguns particulares cobram e os da rede pública não querem aceitar a criança - desabafou o pai.

A clínica informa que ligou para quase todos os hospitais públicos da cidade, os quais alegaram não ter leito disponível para receber a criança. Ainda de acordo com a clínica, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, eles tentarão novamente uma vaga para o bebê, na central de vagas. A clínica ainda não divulgou um boletim sobre o estado de saúde do recém-nascido.

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