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Rio

Fotos mostram como está o processo de reconstrução do Museu Nacional

Pela primeira vez desde o incêndio, a imprensa foi autorizada a entrar no local

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Dois de setembro de 2018 ficou marcado como um dia triste para a história do Brasil e, principalmente, da Cidade do Rio de Janeiro. O Museu Nacional, mais importante e antigo do país, local do maior acervo da América Latina; lar do fóssil de Lúcia, primeiro humano encontrado no continente, sucumbiu perante o fogo e foi notícia ao redor do mundo. Cinco meses após a tragédia, pela primeira vez, a entrada de jornalistas foi permitida no local.

O acervo, segundo informações divulgadas por autoridades, era de 20 milhões de itens, dentre eles, múmias, insetos, dinossauros e documentos. De acordo com a vice-diretora do Museu, Cristina Serejo, 90% de todas as obras foram perdidas nesse incêndio de grandes proporções.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, mantenedora do Museu, autorizou, no dia de hoje, 12, que profissionais da imprensa fizessem registros de dentro dos escombros do que já fora residência, até 1822, de Dom João VI, rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Em meio a andaimes e muita destruição, o trabalho de resgate e reconstrução segue forte para fazer renascer o local de singular protagonismo na história do país.