Salgueiro

-->Rio-->Morador es da comunidade r eclamam necessidades básicas para sobr eviver-->José Luiz de Pinho-->Doz e f amílias que perderam suas casas no temporal de a bril ainda moram de f a v or com pa- rentes ou vizinhos, outras 71 vi v em em barracos condenados pela Defesa Ci vil, o esgoto cor- re a céu a berto, f alta água há 10 dias, a luz é bisse xta, e o lixo se espalha por onde crianças brin- cam sujeitas a contrair várias doenças. A pesar de ter li vrado os mo- radores dos traficantes arma- dos há um mês, a Unidade de P olícia P acificadora (UPP) no Morro do Salgueiro, na T ijuca, não troux e consigo a solução para os problemas que afligem os cerca de 10 mil moradores da com unidade, que c lamam por projetos sociais básicos. Alguns vi v em em condições sub-humanas. Como as três f amílias, com 20 pessoas, que moram n um case bre de tijo - los, sem pilastras e c heio de infiltrações, na V ila São Se - bastião. – É o que v ocês estão v endo. Quando c ho v e, é um desespero. Me a garro aos meus netos e a Deus para nos prote ger de uma tra gédia – desa baf a Leontina Catarina Gomes, 55 anos, que mora com as filhas Damiana, Cristiane e Priscila, e mais 14 netos. Nascida no morro, ela sim- boliza o drama de vários mo- radores e não aceita transfe- rir -se com os parentes para um abrigo. – Quero ficar na minha ca- sinha, que construí com m uito suor – a visa. Enquanto a a vó f ala v a ao JB, os netos Raquel e M a gno, am- bos de 4 anos, se di v ertiam n u - ma enorme lix eira a céu a berto, na porta da v elha casa. Presidente da associação de moradores do morro, J osé Ro- que F erreira, 60 anos, disse que o projeto de reconstrução das 71 casas em área de risco, feito pela Empresa de Obras Públi- cas (Emop), já f oi a pro v ado, mas não sai do pa pel. – T ambém não há colégio no morro. A gente cobra, mas até a gora só prometeram grama sin - tética no campo de fute bol.-->UPP -->CONTRASTE -->– A polícia dá segurança, mas falta o r esto. Crianças como Raquel convivem com lixo e doençasFotos Vítor Silva-->Salgueiro-->Continua na página seguinte-->CALAMIDADE