Estudo diz que Borel desconfia da PM

-->T rauma persiste após anos de arbítrio, mas secr etaria afir ma que confiança será gradual-->Maria Luisa de Melo-->Os mor ador es do Morr o do Bor el, na T ijuca, primeir a com unidade ocupada permanentemente pela P olícia Militar na Zona Norte do Rio , não confiam na unidade pa - cificador a. F oi o que r e v elou a pes - quisa -->A implementação da UPP e a ação coletiv a no Bor el -->, r ealizada por dois alunos da F aculdade de Ciên - cias Sociais da Uerj e di vulgada ontem pela Agência de Notícias Científicas da instituição . Nas entr e vistas, os mor ador es se queixam de que os tr aumas causados por ações violentas de policiais nas últimas décadas ain- da não f o r a m esquecidos. A S e- cr etaria de Segur ança Pública do Estado , porém, inf ormou ao -->JB -->que vê o quadr o com otimismo e que o pr ocesso de apr o ximação entr e a polícia com unitária e os mor a dor es é lento . E ssa inter a- ção , segundo o go v erno estatual, está cr escendo pouco a pouco em todas as f a v elas já pacificadas, inclusi v e no Bor el. P a r a a pr esidente da associa- ção de mor ador es da f a v ela ti- jucana, Roberta F err eir a, v ai ser difícil a Secr etaria de Segur ança apagar da ca beça dos mor ador es, especialmente das crianças, as lembr anças da PM in v adindo suas casas de maneir a ag r essi v a. – Er a com um a PM a bor dar com violência quem não tinha en v o l- vimento com o tráfico de dr o gas – r ecor dou a líder com unitária. – Eles ent rava m a qualquer hor a do dia, sem pedir licença e sempr e com m uita ag r essi vidade. Agente com unitário do Bor el e mor ador da f a v ela há 21 anos, F e - lipe V ieir a dos Santos adiantou que sua maior pr eocupação não é a atuação da polícia na com unidade: – Eu desconfio da permanên - cia deste pr ojeto . T emo que es - sa história de UPP e pacifica - ção dur e apenas até a Olimpía - da de 2016, e depois todos se esqueçam dos pr oblemas que as f a v elas cariocas possuem.-->Novo tratamento-->A pesar do tr auma que sofr em, os entr e vistados admitir am já sentir a difer ença de tr atamento por parte de outr os mor ador es da T ijuca. De acor do com os autor es do estudo , Car la Gomes e P a blo Nunes, a f a - v ela, antes vista como uma a ber - r ação pelos mor ador es do asf alto , agor a é alv o de menos críticas e pedidos de r emoção .