É o jazz! - Magia do cinema e do jazz

Mostra no CCBB traz um panorama da história do jazz no século 20 através de filmes e documentários

É O JAZZ! - Magia do Cinema e do Jazz - Com idealização de Amanda Bonan e curadoria de Julio Miranda, a mostra exibe 44 filmes com a mágica combinação do cinema com o jazz. A ideia é  traçar um panorama da história do jazz no século 20 através de  documentários, trilhas e narrativas. Entre os filmes selecionados estão “Ascensor para o cadafalso” de Louis Malle, com trilha de Miles Davis; documentários sobre o tema e seus personagens como em “Bird”, que retrata a vida do saxofonista Charlie Parker, dirigido por Clint Eastwood; “Por volta da meia-noite” baseado nas trajetórias do pianista Bud Powell e do sax-tenor Lester Young, dirigida por Bertrand Tavernier e estrelada pelo saxofonista Dexter Gordon. Há também casos em que o jazz é o núcleo condutor da linguagem cinematográfica como “Mais e melhores blues”, de Spike Lee no qual o público é seduzido pelo clima jazzístico das cenas. Centro Cultural Banco do Brasil, Rua Primeiro de Março, 66, Centro (3808-2020). Sala de Cinema 2. 50 lugares.  Cinepasse: R$ 6 e  R$ 3 (meia-entrada). Válido por 30 dias, para acesso à s mostras de cinema (Cinemas 1 e 2), por meio de senhas, e à videoteca, por meio de agendamento. As senhas deverão ser retiradas um hora antes de cada sessão e sujeito à lotação. Até 2 de outubro. 

5ª, às 16h: Noite insana – O lado obscuro do Jazz, de Basil Dearden (Reino Unido, 1962. 87 min. 35mm > DVD. p&b.16 anos). Com Patrick McGoohan, Keith Michell, Betsy Blair. Ambientado na enfumaçada cena do jazz britânico, o filme narra a história de Rod Hamilton, gerente de um clube noturno na East Wend, do músico Aurelious e sua esposa, uma ex-cantora, que têm suas vidas viradas ao avesso por uma intriga invejosa do baterista Johnny Cousin.

5ª, às 19h: Dívida de Sangue, de Elliot Silverstein (EUA, 1965. 96 min. 35mm > DVD. cor. 12 anos). Com Jane Fonda, Lee Marvin, Michael Callan. Uma grande corporação deseja se apossar do rancho de Frankie, que acaba morrendo nas mãos do pistoleiro Tim Strawn. Sua filha Catherine Ballou e seus companheiros procuram o famoso Kid Shelleen para ajudá-los a se vingarem, sem saber que o antigo cowboy agora é um alcoólatra. O  cantor Nat King Cole participa interpretando a canção-título, o jazz "A balada de Cat Ballou".