Governo tem 52% de avaliação negativa e 24,3% de positiva

Pesquisa Modalmais em parceria com a consultoria AP Exata divulgada nessa sexta-feira (29) mostra que a reprovação do presidente Jair Bolsonaro nas redes tem crescido lenta, mas constantemente, desde o dia 7 de setembro

Foto: Reuters / Adriano Machado
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Pesquisa Modalmais em parceria com a consultoria AP Exata divulgada nessa sexta-feira (29) mostra que a reprovação do presidente Jair Bolsonaro nas redes tem crescido lenta, mas constantemente, desde o dia 7 de setembro. A pesquisa aponta que, nesta semana, as pessoas que avaliam o governo como ruim ou péssimo são 52% (0,6 ponto percentual a mais do que na última semana). Os que veem o governo como bom ou ótimo são 24,3% ( 0,2% p.p. a menos) e aqueles que consideram como regular, são 24,1% (um decréscimo de 0,4%).

O levantamento também relatou que o tema da greve dos caminhoneiros, marcada para a próxima segunda-feira (1°), teve um alto crescimento nas redes sociais, com um aumento no volume de menções de 550% no decorrer da semana. Quanto às reivindicações dos caminhoneiros autônomos, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), entende que o foco principal da discussão deve ser o valor do frete e não exclusivamente o preço do combustível.

Nos postulantes da terceira via, também analisados pela pesquisa, os pré-candidatos do PSDB à Presidência da República, Eduardo Leite e João Doria, continuam com baixo volume de menções. Nos últimos cinco dias, os tucanos Leite e Doria atingiram, respectivamente 1,0% e 0,4 % de menções nas redes. Bolsonaro (62,7%) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (27,1%) continuam sendo os presidenciáveis mais mencionados.

A pesquisa ainda mostra que, nas redes sociais, as menções positivas ao presidente mantêm um índice abaixo de 40%. Apesar disso, os números foram puxados para cima após absolvição da chapa Bolsonaro-Mourão pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Impactaram negativamente para o presidente o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid e a prisão do caminhoneiro e influenciador bolsonarista Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão. Na terça-feira (26), as menções positivas ao presidente foram 34%. “A recuperação tem sido resultado de intenso trabalho da militância governista”, afirma o levantamento. (Vinicius Alves/Agência Estado)

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