Família de Gim Argello diz que prisão do ex-senador é injustificada

Arquidiocese de Brasília também comentou ligação de Paróquia com doações

A família do ex-senador Gim Argello, preso preventivamente nesta terça-feira (12) na 28ª fase da Operação Lava Jato, emitiu nota na qual manifesta “indignação” com a medida. “Sua prisão – baseada apenas em denúncias não confirmadas – é injustificada sob qualquer ótica”, disse a nota.

Segundo a família, o ex-senador sempre colaborou com a Polícia Federal e nunca se opôs a prestar esclarecimentos ou informações.

O ex- senador do PTB pelo Distrito Federal foi preso sob suspeita de ter recebido propina em troca de sua atuação política em comissões parlamentares de inquérito que investigavam a Petrobras. Além disso, o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, autorizou o bloqueio de R$ 5,35 milhões das contas do ex-senador.

Em nota, a Arquidiocese de Brasília informou que aguarda mais informações sobre o "fato veiculado" nesta terça-feira pela imprensa "a respeito da doação a uma  paróquia de Brasília". "Comunicamos que as doações dos fieis para a sustentação econômica da Igreja são acolhidas de acordo com as normas estabelecidas pela legislação civil e eclesiástica, rejeitando qualquer procedimento que não esteja de acordo com a lei e defendendo a sua rigorosa apuração."

Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Saiba mais