Minha Casa, Minha Vida III aumenta perspectivas de negócios no interior de São Paulo

A Vitta Residencial Construtora e Incorporadora aponta as mudanças do programa do governo como indicativos para um resultado positivo de vendas ainda neste ano. A empresa anuncia que segue seu planejamento estratégico na contramão da crise econômica, mantendo ritmo de crescimento e as expectativas de vendasApesar do cenário econômico apontar para os riscos da crise econômica, há empresas de diversos setores que afirmam: estão trabalhando na contramão do mercado. A percepção vem de executivos que sinalizam boas expectativas de negócios para 2016. 

Em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a Vitta Residencial Construtora e Incorporadora é um exemplo desta postura. Um dos principais motivos para a empresa vislumbrar o cenário com bons olhos são as mudanças do programa Minha Casa, Minha Vida 3, recentemente divulgadas e que já refletem em índices de vendas.As mudanças já são sentidas gradualmente, mas na ótica dos dirigentes da empresa, devem acelerar as vendas já no segundo trimestre. O impacto positivo vem do programa federal que neste ano alterou grande parte de suas regras, ampliou os limites de renda, ganhou novas taxas, mais subsídios e uma atualização dos valores dos imóveis enquadrados para financiamento. Criado em 2009, o Minha Casa, Minha Vida já entregou 2,4 milhões de moradias e contou com investimento de mais de R$ 240 bilhões.Outro ponto apresentado pelo diretor da Vitta Residencial, João Paulo Penteado, é que no início deste ano, a Caixa Econômica Federal também deu início à concessão de financiamentos dentro das novas regras, que agora utilizam recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). 

Dentre as principais novidades estão a alteração do limite de renda do beneficiário, que pode chegar a R$ 6,5 mil. “Portanto, serão mais pessoas beneficiadas pelo programa”, acrescenta. Os valores atualizados dos imóveis disponíveis podem variar entre R$ 125 mil e R$ 225 mil, conforme a localidade do país.João Paulo explica que também houve uma mudança importante no critério de classificação de cidades do interior – o que estendeu o teto do valor destes imóveis. 

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