Com supostas bombas, mulher é obrigada a assaltar joalheria em São Paulo

A suposta bomba localizada em um joalheria na rua Oscar Freire, nos Jardins, em São Paulo, foi deixada por uma mulher que foi obrigada por bandidos a assaltar a loja. Pouco antes, ela havia sido sequestrada e teve um cinturão com possíveis explosivos amarrados ao corpo. A informação foi confirmada pela Polícia Militar (PM), após localizar a vítima.

De acordo com a PM, a mulher foi rendida no bairro do Morumbi, na zona sul da capital paulista, quando estava dentro de seu carro. Os bandidos seguiram até a rua Oscar Freire, onde mandaram a vítima entrar na joalheria com um celular e as supostas bombas, algumas presas ao corpo e outra em uma caixa de sapatos. Pelo telefone, os criminosos anunciaram o assalto e exigiram joias e relógios.

Os objetos foram colocados em uma sacola, retirados da loja pela mulher e entregues aos bandidos, que fugiram. A mulher foi deixada na rua Haddock Lobo, no Jardim Paulista, junto com o carro, um Polo Hatch de cor prata. Ela acionou a polícia e se livrou do cinturão supostamente explosivo que tinha preso no corpo. Os assaltantes ainda não foram localizados.

A mulher deixou a possível bomba que estava em uma caixa de sapatos dentro da joalheria. Por isso, o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi acionado e examina os supostos artefatos com a ajuda de um equipamento de raio X. Ainda não há confirmação se são explosivos verdadeiros.