Sepultamento de bebê acontece sem corpo na serra gaúcha 

A Polícia Civil de Garibaldi, na serra do Rio Grande do Sul, investiga o falso enterro de um bebê, que aconteceu sem corpo, no dia 27 de julho. Alertados por funcionários do cemitério, os agentes encontraram dentro do caixão meio tijolo e serragem de madeira. O delegado Clóvis Rodrigues de Souza não descarta nem a possibilidade de a criança não ter existido. O crime teria sido motivado para extorquir dinheiro da família do suposto pai do bebê. As informações são do jornal Zero Hora.

O metalúrgico Elimar Pfeifer, 52 anos ficou de luto por 12 dias até receber a notícia do falso enterro de seu neto. A história começou no ano passado, quando o filho de Pfeifer, Valdecir, morou com uma mulher de 33 anos, principal suspeita da farsa. 

Após o namoro acabar, ela teria procurado a família para dizer que esperava uma criança, que teria nascido dia 17 de fevereiro. No começo de julho, a suspeita procurou Elimar para apresentar-lhe o neto, chamado Ezequiel, e disse que o menino tinha leucemia. No dia 27 de julho, chegou por telefone a notícia que a criança havia morrido. Segundo o delegado Clóvis, a mulher confirmou não ter ficado grávida, mas não deu detalhes.