CPMI discute o que fazer quando convocado se recusar a depor 

Os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira discutem o que farão quando as pessoas convocadas para depor obtiverem decisão judicial para permanecer em silêncio.

Desde que o contraventor Carlos Cachoeira ficou horas na comissão ouvindo perguntas em silêncio, os deputados e senadores decidiram que as pessoas com habeas corpus seriam liberadas sem perguntas.

Na reunião de ontem, quando outras duas testemunhas se recusaram a depor, os parlamentares decidiram rediscutir o que fazer nesses casos – se as liberam ou se fazem as perguntas mesmo assim.

Eliane Gonçalves Pinheiro, ex-chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo, convocada para depor hoje, também obteve na Justiça o direito de permanecer em silêncio.

O jornalista Luiz Carlos Bordoni, que vai depor hoje, já está na sala da CPI. Ele disse que tem documentos e vai confrontar a versão de que o dinheiro recebido da empresa de fachada Alberto & Pantoja Construções teria sido fruto de extorsão contra Cachoeira e não pagamento por serviços prestados à campanha de Perillo em 2010.

Informações da Agência Câmara