Segundo depoente também se recusa a dar qualquer informação à CPMI 

O segundo depoente de hoje da CPMI do Cachoeira, Écio Antônio Ribeiro, um dos sócios da empresa Mestra Administração e Participações, em nome da qual a casa vendida pelo governador Marconi Perillo foi registrada em cartório, também se recusou a depor.

O ministro do STF Cezar Peluso concedeu a Ribeiro o direito de se fazer acompanhar de advogado e de não ser preso em decorrência da invocação do direito constitucional de não autoincriminar-se, com a prerrogativa de permanecer em silêncio.

O primeiro depoente do dia, Lúcio Fiúza Gouthier, ex-assessor do governador de Goiás, Marconi Perillo, também compareceu à CPMI protegido por um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), que lhe garantiu o direito constitucional de permanecer em silêncio. Apesar das críticas dos integrantes da comissão, diante do silêncio do depoente, Fiúza foi dispensado do depoimento pela presidência da CPI.  

A reunião de hoje foi convocada para ouvir três depoimentos relacionados à venda de uma casa do governador de Goiás, Marconi Perillo, paga com cheques de uma empresa ligada ao contraventor Carlos Cachoeira.