Aloizio Mercadante é o ministro mais popular nas redes sociais

RIO - Aloizio Mercadante é o político com mais influência nas redes sociais. O dado é resultado de uma pesquisa inédita, desenvolvida pela MITI Inteligência, entre os dias 1º e 10 de janeiro. A pesquisa monitorou os perfis dos novos ministros do governo Dilma Roussef no Twitter, Facebook, Fóruns e Blogs, além da repercussão nas redes sociais e nas mídias online.

Mercadante é o ministro que possui mais seguidores no Twitter: são mais de 50 mil, e o que tem mais amigos no Facebook: 4.888. É, ainda, o terceiro no ranking do Orkut, com 904 amigos. Essa rede de relacionamento, a mais popular no Brasil, possui mais de 50 comunidades que tem o ministro da Ciência e Tecnologia como tema. Mercadante está presente também em outras mídias sociais como Youtube, Fickr, RSS e Slide Share.

No Twitter, o segundo ministro com mais seguidores é Paulo Bernardo (Comunicações). Depois, aparece o nome de Alexandre Padilha (Saúde), Garibaldi Alves Filho (Previdência) e Fernando Pimentel (Desenvolvimento).

Já no Orkut, duas mulheres são as mais ativas: Maria do Rosário Nunes (Secretaria dos Direitos Humanos), que possui quatro perfis - dois deles já com a cota máxima de amigos - somando 3309 amigos; e Iriny Lopes (Secretaria da Mulher), com 2127 amigos. Maria do Rosário possui um perfil no Orkut bastante focado em sua vida política, já Iriny Lopes participa de comunidades como “Caio Blat”, “Meu filho vai ser Corinthiano”, deixando clara suas preferências pessoais. Em terceiro lugar na lista dos que possuem mais amigos no Orkut está Aloizio Mercadante, seguido de Fernando Pimentel e Moreira Franco.

A participação dos ministros no Facebook, rede com maior expansão no Brasil, ainda é bastante tímida. Mercadante é, novamente, o mais popular, com 4888 amigos. O segundo colocado é Paulo Bernardo, com 4272 e, em terceiro lugar, o ministro Afonso Florence (Ministério do Desenvolvimento Agrário), que soma 516 amigos em sua página.

A pesquisa monitorou um total de 18.802 interações nas redes sociais e 25.315 notícias nas mídias online. Os dados coletados para a análise são quantitativos, revelando em números a repercussão da palavra-chave através da aplicação de filtros especiais.

 

Os mais falados nos primeiros dias do ano

A MITI Inteligência desenvolveu, entre os dias 31 de dezembro de 2010 e 3 de janeiro de 2011, um estudo, que gerou um infográfico, através do monitoramento da exposição dos 37 ministros de primeiro escalão do governo Dilma Roussef. O ministro mais citado em notícias publicadas por jornais, sites, agências de notícias e blogs foi o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com 939 notícias, representando 8,6 % do total de notícias encontradas. 45% das notícias sobre o ministro foram geradas por veículos regionais, 23% por veículos online e 15% por veículos da grande imprensa. O segundo nome mais citado foi o do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, com 719 notícias na mídia. E, o terceiro político que mais gerou notícias, com 687 publicações, foi o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. 

Depois, ocuparam a posição de mais citados pela imprensa, nessa ordem, os ministros Antônio Palocci (Casa Civil), Miriam Belchior (Planejamento, Orçamento e Gestão), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Antonio Patriota (Relações Exteriores), Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência), Alexandre Tombini (Banco Central) e Alexandre Padilha (Saúde). Os três ministros menos citados pela imprensa brasileira nesse período foram Teresa Campelo (Desenvolvimento Social), Edison Lobão (Minas e Energia) e Leônidas Cristiano (Ministro dos Portos), esse último com apenas quatro citações.     

A região que mais gerou notícias foi a Sudeste, com 4.884 notícias. Na sequência, vieram o Nordeste, com 1.648; o Sul, com 1.640; o Centro-Oeste, com 1.547, e o Norte, com 173 notícias. O estado que mais gerou publicações foi São Paulo, com 3.697 notícias, e o que menos produziu foi Goiás, com cinco publicações. O dia que mais teve notícias sobre os ministros – foram 5.779 citações - foi 3 de janeiro, data em que assumiram seus cargos.