Biólogos tentam remover corpo de baleia encalhada no RS

Portal Terra

PORTO ALEGRE - O corpo da baleia jubarte que morreu na tarde de quinta-feira após encalhar duas vezes em Capão Novo, no litoral do Rio Grande do Sul, permanece no local nesta manhã. Biólogos do Ceclimar, órgão ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), policiais ambientais e funcionários da prefeitura de Capão da Canoa tentam, desde as 7h, remover o animal. Cinco veículos de grande porte participam da operação, segundo o soldado Adriano Antonio Kirsch, do 1ª Batalhão de Polícia Ambiental do município de Xangri-lá.

De acordo com Kirsch, a equipe de resgate enfrenta dificuldades para arrastar até a faixa de areia o mamífero, que pesa entre 20 e 25 toneladas e mede cerca de 11 metros de comprimento. Uma das correntes utilizadas para puxar o animal se rompeu. Às 9h, os biólogos iniciavam uma nova tentativa para recuperar o corpo.

Viaturas da Polícia Ambiental faziam o isolamento da área para evitar a aproximação de curiosos. Os trabalhadores mobilizados para a operação de resgate utilizam toras de madeira como alavancas para facilitar a retirada da baleia.

Ainda segundo o soldado, biólogos do Ceclimar recolherão partes das vísceras da baleia para futuras análises, de forma que as causas da morte do animal sejam determinadas.