PMDB e bloco de apoio definem representantes na CPI da Petrobras

Ivan Richard , Agência Brasil

BRASÍLIA - O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (Al), definiu há pouco os nomes dos representantes do partido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. Foram indicados os senadores Romero Jucá (RR), líder do governo na Casa, Paulo Duque (RJ) e Leomar Quitanilha (TO). Para suplentes: Valdir Raupp (RO) e Almeida Lima (SE)

Os partidos que compõem o bloco de apoio ao governo no Senado também já indicaram os seus integrantes na CPI da Petrobras, segundo informou a assessoria do senador Aloizio Mercadante, líder do bloco de apoio ao governo. Os nomes, no entanto, ainda não foram protocolados na Secretaria Geral da Casa.

Pelo PT, os senadores João Pedro (AM) e Ideli Salvatti (SC), que também é líder do governo no Congresso. O PCdoB indicou o senador Inácio Arruda (CE). Como suplentes: Delcídio Amaral (PT-MS) e Marcelo Crivella (PRB-RJ).

Mais cedo, PDT e PTB já haviam oficializado seus representantes: Jeferson Praia (AM) e o ex-presidente Fernando Collor (AL), respectivamente.

Os partidos de oposição decidiram deixar para amanhã (27) pela manhã a entrega do requerimento oficializando as indicações das legendas para compor a CPI da Petrobras. Eles entendem que o prazo para entrega dos nomes pode ocorrer antes da próxima sessão, que ocorrerá na parte da tarde. A Secretaria Geral da Casa já se pronunciou que receberá os requerimentos normalmente pela manhã.

Como já havia sido sinalizado durante a semana passada, Tucanos e Democratas mantiveram o acordo para que o PSDB ficasse com dois titulares e o DEM com um. Os indicados do bloco da oposição são: Álvaro Dias (PSDB-PR), Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Antonio Carlos Magalhães Junior (DEM-BA), como titulares. Os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Heráclito Fortes (DEM-PI) ficaram como suplentes.

A decisão sobre quem ocupará a relatoria e a presidência da CPI ficou para os próximos dias. Governistas e oposição ainda não chegaram a um acordo sobre o compartilhamento de vagas no comando da comissão.