Chuvas deixam quatro mortos e um desaparecido no Maranhão

Agência Brasil

SÃO LUÍS - As chuvas intensas dos últimos dias causaram quatro mortes e deixaram um desaparecido no Maranhão. As cidades de Trizidela do Vale, São Luiz Gonzaga, Marajá do Sena, Cajari, Alto Alegre do Maranhão, Lago da Pedra, Arame, Dufilândia, Presidente Vargas, Nina Rodrigues, Pindaré-Mirim, Pedreiras, Duque Bacelar, Codó, Rosário, Curuatá, Cantanhede e Bacabal decretaram situação de emergência.

No total, mais de 82 mil pessoas foram atingidas. Dessas, 11.918 estão desabrigadas e 16.960, desalojadas. Após a chuva de terça-feira, a BR-222, no oeste do estado, e a MA-034, que dão acesso às cidades de Coelho Neto e Buriti de Inacia Vaz, foram interrompidas. A BR-316, próximo ao município de Alto Alegre, a MA-402, que liga a capital São Luís à região dos lençóis maranhenses, estão interditadas há dois dias.

Nos últimos dias, o nível do Rio Mearin aumentou em 7 metros, e o do rio Itapecuru, em 8 metros. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas no Maranhão devem enfraquecer a partir da quinta-feira.

No Piauí, a chuva forte na madrugada de terça-feira também atingiu 2.425 famílias. Os municípios de Barras, Batalha, Campo Maior, Esperantina, Ilha Grande, Luís Correia, Miguel Alves, Piracuruca e Santa Filomena decretaram situação de emergência. A previsão do tempo para o Estado é de chuvas moderadas a fortes em áreas isoladas, durante o fim de semana prolongado.