PR: DNA aponta que ex-presidiário não matou menina encontrada em mala

Portal Terra

CURITIBA - Os laudos preliminares dos exames de DNA feitos pelo Instituto de Criminalística descartaram a possibilidade do ex-presidiário preso Jorge Luiz Pedroso Cunha, 52 anos, e do primeiro suspeito interrogado serem os assassinos da menina Rachel Maria Lobo de Oliveira Genofre, 9 anos, encontrada em uma mala na rodoferroviária de Curitiba (PR).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o laudo oficial com uma contra-prova será emitido na quarta-feira, mas, por enquanto, a chance de um dos dois ser o responsável pela morte de Rachel, seria, de acordo com a margem de erro dos exames, de 1%.

- Há alguns dias estamos em outras linhas de investigação que não podem ser divulgadas por enquanto e, desde ontem, intensificamos estas apurações porque estão surgindo provas importantes - disse o secretário de Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

Mesmo com a conclusão dos laudos, o ex-presidiário Jorge Luiz Pedroso Cunha, 52 anos, ficará preso. Pesa contra ele um mandado de prisão expedido por conta de um crime de atentado violento ao pudor contra uma criança no litoral do Paraná, cometido no ano passado. O primeiro suspeito, que aceitou espontaneamente ajudar nas investigações e ceder material para o exame de DNA, não chegou a ser preso.

O Centro de Operações Policiais Especiais que coordena as investigações ao lado da Delegacia de Homicídios informou que outras hipóteses são apuradas, mas nenhum detalhe será divulgado.