Processo de implosão do Carandiru pode ter sido superfaturado

Portal Terra

SÃO PAULO - Uma investigação comandada pela Corregedoria-Geral da Administração de São Paulo aponta que a implosão da Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru, foi superfaturada em pelo menos R$ 547 mil, de acordo com matéria veiculada neste domingo pelo jornal O Estado de S.Paulo.

O presídio ficou conhecido mundialmente pela morte de 111 presos durante uma rebelião em 1992.

Segundo a investigação, o valor se refere apenas a parte dos serviços, o que pode aumentar o valor do superfaturamento, depois da conclusão da análise. A documentação está nas mãos do MPE (Ministério Público Estadual).

A implosão aconteceu em 8 de dezembro de 2002 durante o governo de Geraldo Alckmin (PSDB). A idéia de implodir o complexo partiu do ex-governador Mário Covas (PSDB), que morreu em 2001. Cabe agora, à Justiça, decidir se houve improbidade administrativa.