Lewandowski mantém a quebra do sigilo de Pazuello na CPI da covid

'Guarda plena pertinência com o escopo da investigação', decidiu o ministro

Foto: Carlos Humberto/ SCO/ STF
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O ministro Ricardo Lewandowski manteve neste sábado (12)  a quebra de sigilo telefônico e telemático do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuelo. A AGU - Advocacia Geral da União entrou com ação pedindo a anulação da devassa, mas teve a negativa. 

A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como "capitã cloroquina", também foi atingida pela mesma decisão. Já o ex-chanceler Eduardo Araújo teve negado seu pedido pelo ministro Alexandre Moraes.

Para Lewandowski, as quebras dos sigilos da dupla "guardam plena pertinência com o escopo da investigação".

Os nomes incluídos nas quebras de sigilo:

Mayra Pinheiro, secretária do Ministério da Saúde;

Filipe G. Martins, assessor especial da Presidência;

Nise Yamaguchi, médica oncologista e defensora da cloroquina;

Francieli Fontana Fantinato, coordenadora do PNI (Plano Nacional de Imunizações);

Antônio Elcio Franco Filho, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde;

Zoser Hardman, ex-assessor especial do Ministério da Saúde;

Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos;

Paolo Zanotto, virologista;

Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas;

Luciano Dias Azevedo, médico;

Hélio Angotti Neto, ex-secretário do Ministério da Saúde;

Francisco Ferreira Filho, coordenador do Comitê da Crise do Amazonas;

Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos;

Flávio Werneck, ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde;

Camile Giaretta Sachetti, ex-servidora do Ministério da Saúde;

Arnaldo Correia de Medeiros, secretário do Ministério da Saúde;

Alexandre Figueiredo Costa e Silva Marques, auditor do TCU (Tribunal de Contas da União).