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Bolsonaro chega ao CCBB para reunião que aprovará estrutura de ministérios

Comando dos futuros ministérios dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente não foi definido

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, terá uma reunião nesta quinta-feira, às 10h, com a equipe de transição para aprovar o desenho consolidado da estrutura dos ministérios. Esta semana, o futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, informou que estão previstas 22 pastas - o comando dos futuros ministérios dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente ainda não foi definido.

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Presidente eleito Jair Bolsonaro (Foto: reprodução agência brasil)

Bolsonaro chegou por volta das 8h40 ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede da transição, para "agenda interna", segundo informou sua assessoria.

Inicialmente, Bolsonaro teria reuniões no início da manhã com autoridades na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República, onde está hospedado, mas os encontros não ocorreram. Ainda não foi informado se o presidente eleito permanecerá em Brasília nesta quinta-feira ou se retornará ao Rio de Janeiro.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, chegou ao gabinete de transição no Centro Cultural Banco do Brasil pouco antes das 9h acompanhado dos filhos Flávio, eleito senador, e Eduardo Bolsonaro, eleito para a Câmara dos Deputados. Ele se reúne nesta manhã com os ministros já confirmados para seu governo. A equipe vai apresentar a ele uma sugestão do desenho consolidado da estrutura dos ministérios, a partir do dia 1º de janeiro.

Na última segunda-feira (3), ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmado para a Casa Civil, divulgou o que pode ser a estrutura definitiva da Esplanada dos Ministérios no governo de Jair Bolsonaro. No total de 22 pastas, Onyx explicou que estão incluídos Banco Central (BC) e Advocacia-Geral da União (AGU) que deverão perder o status de ministério na próxima gestão, reduzindo posteriormente o número de Ministérios a 20.

Bolsonaro ainda precisa confirmar os nomes que comandarão o Meio Ambiente e a pasta de Direitos Humanos. Esta última pode ainda passar a ter status de secretaria, mas ainda não há decisões oficiais.