Homossexuais podem ser impedidos de adotar filhos

Objetivo seria resguardar crianças.

Autores defendem núcleo familiar tradicional A luta contra o preconceito a gays, lésbicas, travestis e transexuais parece não ter fim.

Prova disso são os últimos ataques sofridos por jovens no Rio de Janeiro e em São Paulo nos últimos dias.

E, mesmo depois de conquistar direitos constitucionais, os homossexuais correm o risco de perder o direito a adotar crianças e adolescentes.

É o que propõe os projetos de Lei 2.285/2007 e 4.508/2008.

O objetivo seria resguardar que a criança adotada não seja exposta a situações que possam interferir na sua formação.

O deputado Zequinha Marinho (PSC-PA), autor de uma das propostas, acredita que as crianças podem se sentir constrangidas.

– A instituição familiar é constituída obrigatoriamente a partir da união de um homem e uma mulher.

A criança adotada terá grandes dificuldades em explicar aos seus amigos e colegas de escola por que tem dois pais ou duas mães – argumenta.

Mesma justificativa do projeto apresentado por Olavo Calheiros (PMDB-AL).

Em épocas festivas, diz o texto, como dia das mães ou dia dos pais, a criança sofrerá constrangimentos marcantes pela ausência de um pai ou de uma mãe.

E defende que a compreensão por parte da criança será difícil e distorcida no que tange à composição do núcleo familiar.

Procurado pelo JB , o deputado Olavo Calheiros informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não comenta o assunto.

A criança adotada terá grandes dificuldades em explicar aos seus amigos e colegas de escola por que tem dois pais ou duas mães deputado Zequinha Marinho (PSC-PA) membro da Bancada Evangélica “ ZEQUINHA MARINHO – Deputado também é contra o casamento gay.