Governadores eleitos saem às ruas em apoio a Serra e Dilma

neir o , o deputado Luiz Sér gio co - memor a os atos de campanha ao lado de pr efeitos do estado e par - lamentar es eleitos em 2010. Assim como Marisa Serr ano , ele acr edita que a dedicação das lider anças no segundo turno melhor a as c hances de Dilma. Sér gio cita o encontr o de intelectuais, r ealizado na segun - da-feir a no Rio como “o ponto alto da campanha” no estado .

Divido

O go v ernador eleito do Espírito Santo , Renato Casag r ande (PSB), já participa v a ati v amente da campanha petista em seu estado . A pós uma v otação e xpr essi v a que lhe gar antiu a vitória no primeir o turno , ele agor a se di vide entr e a campanha de Dilma e dos can- didatos de seu partido que f or am par a a segunda f ase da disputa. – A gente cuida do PSB e da Dilma f or a do Espírito Santo – r e - sume o par lamentar , que v ai ao Nor - te e ao Nor deste em campanha. O deputado Mendes T hame, pr esidente do PSDB paulista, a v a - lia que as lider anças “atuam co- mo a v alistas e cr edor es” das pr o- postas dos partidos.

Liderança não garante eleição

Enquanto dirigentes partidá- rios comemor am o maior enga- jamento de suas lider anças na disputa pr esidencial, cientistas políticos consultados pelo

JB

afir - mam que não há gar antias de que esse r e f orço possa alter ar subs- tancialmente o cenário político . Os indecisos são os primeir os na mir a das campanhas, seguidos pelos que não tem o v oto con- solidado e, ainda, os que d ecla- r ar am v oto br anco ou n ulo . Essa é a opinião do cientista político Ro- dolf o Mar cílio T eixeir a, da UnB. Ele a v alia que cer ca de 80% dos eleitor es, segundo pesquisas, não de v em mais m udar sua intenção de v oto . No entanto , T eixeir a afir- ma que cada lider ança surte um efeito difer ente. P or isso mesmo , é m uito difícil pr ecisar o peso r eal desses engajamentos. Exatamente por isso , par a F e r- nando W eltman, cientista políti- co da FGV , é p r eciso que pes- quisas mostr em pontualmente onde estão as maior es possibili- dades de m udança de v oto . – As lider anças podem ter peso . Mas, além de ganhar a eleição , (o segundo turno) começam a deli - near o futur o go v erno – afirma W eltman, que lembr a que, depen - dendo da lider ança, o tir o pode ser pela culatr a.. O

JB

pr ocur ou Sér gio Ca br al, no Rio , e Aécio Ne v es, em Minas. Mas as agendas agitadas, segundo as assessorias, não permitir am que eles pudessem se manifestar .

Engajamento na campanha aumenta no segundo tur no e deve influenciar indecisos

Ana Paula Siqueira

Se no primeir o turno das elei - ções aliados de peso dos candi - datos à Pr esidência Dilma Rous - seff (PT) e J osé Serr a (PSDB) mi - r a v am em suas próprias campa - nhas, no segundo r ound da disputa as candidatur as pr esidenciais ga - nhar am r ef orços, principalmente dos go v ernador es já eleitos. Mas par a especialistas, a mar gem de atuação dessas lider anças é limi - tada pr aticamente aos eleitor es in - decisos, cuja r epr esentati vidade, segundo as pesquisas, é pequena. Mas tudo é possív el n uma disputa que pode ser decidida v oto a v oto . O engajamento do senador elei - to Aécio Ne v es (PSDB-MG) na cam - panha tucana é um e xemplo . A pe - sar de ter sido eleito par a uma cadeir a no Cong r esso , seu nome tem mais poder que o do go v er - nador r eeleito de Minas, Antonio Anastasia. No primeir o turno , Aé - cio fez pouca menção à candida - tur a de Serr a. Na r eta final da cam - panha, no entanto , tem viajado o país e participado de e v entos ao lado do pr esidenciáv el tucano . Hoje, Aécio participa, ao lado de Anastasia (PSDB-MG) e do se- nador eleito Itamar F r anco (PPS-MG), de carr eata e encontr o com pr efeitos em ato de apoio à candidatur a de Serr a. Do lado de Dilma, o time também tem r ef orços. O go v ernador r eeleito do Rio de J aneir o , Sér gio Ca br al (PMDB), agor a dedica boa parte de seu tempo à campanha pr esiden - cial. Esta semana ele já estampou pr o g r amas de TV e pediu v otos ao acompanhar a petista no Rio . Coor denador a de agenda de Ser - r a, a senador a Marisa Serr ano (PSDB-MS) confirma que, no se - gundo turno , o engajamento em busca de v otos está maior . T anto dos que per der am como dos que ganhar am as eleições nos estados. – N o segundo turno f oi m uito inter essante, por que nenhuma li- der ança a bandonou o bar co – co- memor a Marisa. Ontem, ela participou de r eu - nião par a compatibilizar as agendas de Serr a com a do seu candidato a vice, Indio da Cos - ta, e a dos go v ernador es eleitos Ger aldo Alc kmim (PSDB-SP) e Beto Ric ha (PSDB-PR). Pr esidente o PT no Rio de J a -