Peluso quer ver denúncia apurada

-->Pr esidente do Supr emo pede a pr ocuradoria que investigue suspeita contra genr o de Britto-->Luiz Orlando Carneir o-->BRASÍLIA-->O pr esidente do Supr emo T r i- bunal F eder al, ministr o C ezar P eluso , en viou ofício ao pr ocu- r a dor - ger a l da República, Ro- berto Gur gel, solicitando que to- me “imediatas pr o vidências pa- r a rigor osa apur ação” de uma denúncia, de que o ad v o gado Adriano Bor ges Silv a – genr o do ministr o A yr es Britto – tentou negociar sua contr atação por J oaquim Roriz par a atuar na de- fesa do então candidato ao go- v erno do Distrito F eder al, no jul- gamento em que o STF confir- maria ou não a sua inelegibi- lidade, com base na Lei da F ic ha Limpa. Gur gel deu pr az o até as 12 hor as de segunda-feir a, “im- pr orr o ga v elmente”, par a que J oaquim Roriz entr egue ao Mi- nistério Público F eder al o ori- ginal do vídeo v eiculado na in- ternet, r efer ente ao encontr o en- tr e o e x-go v ernador e o ad v o gado Adriano Bor ges, que teria sido g rava d o pelo sistema de segu- r ança de sua r esidência. O pedido de a bertur a de in - quérito f oi do próprio ministr o que – como so g r o do ad v o gado , casado com sua filha Adriele Pi - nheir o Reis A yr es Britto – er a r e - lator do pr ocesso , e teria de se dar por impedido . Se isso ti v esse ocor - rido , o placar do julgamento teria sido de 5 a 4 pela não vigência da no v a lei complementar nas elei - ções de domingo , e J oaquim Roriz não teria r en unciado à sua can - didatur a em f a v or de sua m ulher .-->Repor tagem-->De acor do com a r e vista -->Época -->, em 1º de setembr o , o genr o de A y r e s Britto en viou aos ad v o gados já contr atados pelo candidato que te v e o seu r e gistr o cassado pelo T ribunal Superior Eleitor al um e-mail, no qual tr ansmitia seus dados e os de sua m u lher p ar a ser em subcontr atados como ad - v o gados de defesa de Roriz (“F a - v or com unicar ao go v ernador , pois é necessária uma r eunião par a e xplicarmos a estr atégia e colo - cá-lo a par acer ca dos cola bor a - dor es en v olvidos”). A r e vista te v e acesso a um vídeo da con v e r sa e, ainda conf orme o r elato publica - do , Adriano sugeriu um “pr o-la - bor e” de R$ 1,5 milhão , que Roriz teria ac hado m u ito car o . O genr o de A yr es Britto tem atuado no STF em causas de di - r eito eleitor al. Ele le v ou o so g r o a se declar ar impedido em 28 de outubr o , no julgamento de um mandado de segur ança ajuizado por Acir Gur gacz (PDT) contr a a Mesa do Senado , que não cum - prir a decisão do TSE de af astar de suas funções o então senador Ex - pedito J unior (PSDB), também de Rondônia, cassado pelo TSE por compr a de v otos na campanha de 2006. Adriano Bor ges Silv a er a ad v o gado de Expedito , que sofr eu derr ota por 7 v otos a 1, v encido o ministr o Mar co A urélio .