Federer recusou ser porta-bandeira para 'dar chance a outra pessoa' 

O suíço Roger Federer fez uma longa reflexão e decidiu não aceitar ser porta-bandeira de seu país na cerimônia de abertura da Olimpíada para da a chance a outra pessoa. Segundo informações publicadas pelo jornal Los Angeles Times, o tenista disse que se sentiria honrado, mas que era importante deixar outra pessoa ter a honra.

Federer já carregou a bandeira da Suíça na Olimpíada de Atenas, em 2004, e em Pequim, quatro anos depois. Ao jornal, o tenista afirmou que sabia que iria entrar para a história do país e dos Jogos ao ser porta-bandeira por três anos consecutivos e, por isso, a decisão foi muito difícil de ser tomada.

O atleta também disse que quando começou a carreira nunca imaginou que entraria no Estádio Olímpico carregando a bandeira de seu país. Ele ainda afirmou que isto foi uma das maiores honras que já teve na vida.

Federer ainda elogiou a escolha de Stanislas Wawrinka, seu companheiro nas duplas em Londres e em Pequim - quando ganharam o ouro -, pelo Comitê Olímpico Suíço. O número um do mundo disse que ficou muito feliz pela escolha e que Wawrinka foi muito importante para que eles conseguissem atingir o ponto mais alto do pódio em Pequim.