Porta-bandeira, Sharapova ignora pressão e lembra felicidade

A russa Maria Sharapova declarou nessa semana que não conseguia esconder a felicidade de ser a escolhida por ser a porta-bandeira de seu país durante a cerimônia de abertura nos Jogos de Londres. A tenista disse que demorou três dias para acreditar no que estava acontecendo e ignora a pressão por medalha.

De acordo com informações do jornal Sport Sovetsky, a musa do tênis feminino recebeu uma mensagem de texto em seu celular após a terceira rodada do torneio de Roland Garros e logo foi mostrar para o presidente da federação de tênis do seu país. Ela chegou a ficar tão surpresa com a notícia que perguntou a todos se estava "recebendo de fato este direito".

A tenista que é número três do mundo diz que ser porta-bandeira não a coloca sob pressão. Para Sharapova, o fato de "levar a bandeira de seu país já a deixa totalmente motivada" e se ela estiver em uma boa forma certamente o status de carregar a bandeira não irá afetar o seu jogo.

Sharapova tem 25 anos e será a primeira mulher e a primeira tenista a ter esse direito. Ela destaca ter essa honra ao deixar claro que "as Olimpíadas são o sonho de minha vida". A russa ainda diz que a sua paixão pelo tênis surgiu quando era menina e que assistiu "Yevgeny Kafelnikov jogar em Sydney (2000)". Ela chegou a sonhar em ser capaz de trazer uma medalha para o seu país um dia "e agora esse sonho pode se tornar realidade".