Com regularização, apostas podem movimentar R$ 10 bilhões no Brasil

Em processo de regularização, apostas movimentam bilhões no Brasil; Governo Federal pode faturar altos valores com a regulamentação, mas legalização ainda não foi conquistada

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As apostas esportivas crescem a cada dia no mundo todo, e no Brasil isso não é diferente, inclusive contando com portais como o Odds Scanner, sites especializados em ajudar o apostador a entender tudo o que acontece no segmento, com dicas, prognósticos e guias sobre o assunto.

Dessa forma, o mercado de apostas esportivas online ganha cada vez mais espaço no país, mas o mesmo ainda não tem regulamentações próprias no Brasil, o assunto vem sendo fortemente debatido e se espera um desfecho positivo o quanto antes com a reforma do imposto de renda.

Em 2018, foi aprovada uma lei que permite que as apostas esportivas online sejam realizadas no Brasil. Porém, para isso, as casas de apostas precisam ser regularizadas em outro país, que tenha as suas leis voltadas ao segmento, ou seja, o Governo Brasileiro acaba não recebendo nada.

De acordo com uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas em 2018, o Brasil deixa de movimentar R$10 bilhões por ano com as apostas, e esses números tendem a crescer cada vez mais.

O site da NetBet também realizou uma pesquisa, publicada no Money Times, e segundo a estimativa deles, apenas o governo estaria lucrando R$7 bilhões por ano, mas com um potencial bruto de R$74 bilhões, gerando cerca de R$22,2 bilhões em receitas tributárias.

Portanto, cada vez mais a regulamentação das apostas esportivas no Brasil se torna uma questão de tempo, mas quanto mais ele passa, mais arrecadações são perdidas.

 

Além da arrecadação, legalização pode agregar em diversos setores

Como já se falou, com a legalização o país pode ter um grande poder de investimento, já que a arrecadação é gigante. Isso resulta em diversas situações favoráveis. A primeira, claro, é a economia, mas não apenas do Governo Federal.

Com a legalização dos jogos no país, empresas tendem a se interessar por criar sedes no Brasil, inclusive, com implementação de cassinos em resorts, atraindo turistas e movimentando a economia local.

Outro ponto importante é gerar empresas. Com novas empresas, pessoas serão contratadas desde as obras até o momento do funcionamento efetivo. Com isso, o país poderá usufruir de diversas novas vagas de empregos.

E quando se fala na arrecadação do Governo Federal, também não se pode esquecer que o valor recebido iria ser repassado para diversos setores, como saúde, educação e esporte, como ocorre com as Loterias Federais da Caixa Econômica.

Por fim, quem também ganha são os apostadores. Com regulamentações, as apostas podem ser feitas de forma segura, em empresas de dentro do país, o que facilita para qualquer tipo de suporte que seja necessário

Portanto, os pontos positivos são diversos, resta aguardar a definição e torcer para que o Brasil dê o passo definitivo para as suas regulamentações, legalizando as apostas no país e usufruindo de tudo o que pode agregar de forma positiva.

 

Como funcionam os jogos sem a legalização?

Mesmo sem a legalização, os jogos seguem a todo vapor, porém, existem algumas diferenças dentro das modalidades. No Brasil, os jogos de azar são proibidos, mas com o projeto de lei aprovado em 2018, que permite as apostas com quota fixa online, os brasileiros podem usufruir das apostas pela web, sejam elas as esportivas ou em cassinos.

É possível apostar em casas de apostas online, desde que opte por empresas que tenham as suas licenças e regulamentações ativas fora do país, em um local legal, sem estar infringindo a lei.

As opções de empresas são diversas, inclusive, pode-se perceber o grande número de empresas quando se olha para o futebol, que é a paixão nacional dos brasileiros. Levando em conta o Campeonato Brasileiro da Série A, que é a principal competição no país, apenas uma das 20 equipes, o Cuiabá, não tem nenhum patrocínio com casas de apostas.

Tudo isso mostra que as apostas esportivas chegaram para ficar, e ainda contribuem para que os clubes tenham dinheiro em caixa para melhorar os seus elencos, aumentando o nível de competitividade no país.

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