Arquidiocese do Rio está tranquila com a vinda do Papa

Cúria do Rio confia na segurança para a Jornada Mundial da Juventude 

Mesmo após mais um dia de protesto que terminou em confronto entre manifestantes e polícia, nesta quinta-feira (20), e da declaração do ministro da Secretária-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, que afirmou nesta sexta (21) estar preocupado com a segurança da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a Arquidiocese do Rio de Janeiro afirma não estar aflita com a violência.

De acordo com a assessoria de imprensa da Arquidiocese, não mudou nada em relação ao que já foi declarado pelo próprio arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, sobre a segurança dos peregrinos que virão à JMJ, que ocorrerá em julho na cidade.

Na última quarta-feira (19), Dom Orani, em entrevista à Rádio Vaticano, afirmou: “Essas manifestações acontecem em locais específicos da cidade, com a polícia presente. Nesse sentido devo lembrar a todos que a JMJ é um evento positivo de uma juventude que possui valores cristãos, que também querem mudar o mundo”.

A Arquidiocese, segundo a sua assessoria de imprensa, confia nos órgãos de segurança e nas medidas de segurança que deverão ser tomadas por precaução para garantir a realização do evento e tem certeza que a segurança dos fiéis estará garantida durante a Jornada. Estima-se que pelo menos 1,5 milhão de católicos virão ao Rio.

Precaução 

Os protestos podem aumentar a preocupação de alguns países com o Brasil, como já vinha ocorrendo. Antes mesmo da onda de manifestações começar no Brasil, a Conferência dos Bispos da Alemanha, por exemplo, recomendou aos jovens católicos a não virem ao país.

*Do Projeto de Estágio do Jornal do Brasil