O que se vê, o que se sente...

Desde muito pequena, meu pai, anualmente, me levava à Fundação Romão Duarte, no Flamengo, e doávamos brinquedos e roupas para aquelas crianças que aguardavam adoção. Aprendi a palavra ‘solidariedade’ não só no dicionário, mas seguindo o exemplo de uma família que sempre deu ao próximo. Pois bem... Você que está acostumado a ler minha coluna com notas sobre moda, arte e comportamento, hoje, lerá algo diferente. Vou relatar uma realidade que presenciei no feriado de 20 de janeiro, repleta de dor, indignação, mas também de ação, de se poder exercer o verdadeiro ATO ( quero frisar esta palavra ) da solidariedade. Quando soube que o JB , onde trabalho há 28 anos, entregaria em Friburgo as doações arrecadadas na campanha JB Solidário, me prontifiquei a participar do périplo à Região Serrana, que tanto amo desde as férias, na infância, passadas entre Teresópolis e Petrópolis.