Pag. 22 - Vodca à vontade e permissão para brigar

O ‘Big Brother Brasil 11’ entrou no ar na Globo com novidades, mas no fundo é igual a todos os outros F oi a cantora Rita Lee quem sugeriu que os participantes do Big Brother Brasil fossem os pré-candidatos à Presidência da República.

Quem dera fosse assim, seria mais interessante, porém, infelizmente, os protagonistas são um pouco diferentes. Quem entra no jogo pela fortuna são nada menos do que 17 participantes, que até antes de serem colocadas em frente às câmeras eram totalmente desconhecidos.

A fórmula do reality show , agora em sua 11ª edição no Bra sil, faz alusão ao romance 1984 , de George Orwell (o grande irmão está olhando você), para manter os olhos atentos dos telespectadores, ano após ano, na tela da Rede Globo.

E, para esta edição, seguindo a tendência das outras, o programa selecionou os participantes levando em conta o intelecto e a diversidade: entre os que figuram na lista dos sortudos, vemos nada menos que quatro modelos; uma atriz (e, adivinhe? Modelo), que teria participado de filmes pornô e de stripteases em rede nacional; três dançarinos, uma estudante funkeira; e por aí vai... Mas um seleto time desses, sozinho, não mantêm a audiência. É aí que entram as regras do jogo. Para assegurar que o investimento não seja um fracasso, nesta edição até a briga está liberada. E, se não houver motivo para lutas corporais, uma novidade garante o pau comendo solto na casa: o sabotador, participante escolhido pelo público para sabotar a própria equipe. Se, ainda assim, os brothers se mantiverem calmos, outra nova regra dodiretor Boninho promete sacudir os ânimos: a vodca é liberada para fazer misturas no barzinho dentro da casa, onde antes só havia bebidas mais leves. Isso sem nem falar que, nesta edição, há a figura polêmica de um transexual – que, obviamente, os participantes não sabem quem é.